Adubar é tão importante quanto regar. Plantas bem nutridas crescem mais vigorosas, com folhas mais bonitas, flores mais abundantes e maior resistência a pragas e doenças. Entender os tipos de adubo e como usá-los evita erros que podem prejudicar as plantas.
Diferença entre adubo e fertilizante
Na prática cotidiana, os termos são usados como sinônimos. Tecnicamente, adubo é de origem orgânica (húmus de minhoca, composto, esterco) e fertilizante é de síntese química (NPK). Ambos fornecem nutrientes, mas os orgânicos têm liberação lenta e melhoram a estrutura do solo.
Os três nutrientes principais: NPK
N (nitrogênio) promove o crescimento das folhas e caules — essencial para plantas de folhagem. P (fósforo) estimula o desenvolvimento das raízes e das flores. K (potássio) fortalece as plantas, melhora a resistência a doenças e regula funções vitais. A proporção NPK no rótulo indica a concentração de cada nutriente.
Húmus de minhoca: o melhor orgânico
O húmus de minhoca é o adubo orgânico mais completo e equilibrado disponível. Melhora a textura do substrato, libera nutrientes gradualmente, não queima as raízes e é seguro para uso em hortas de consumo. Aplique 2 a 3 colheres de sopa por vaso pequeno a cada 30 dias.
Como e quando adubar
Adube sempre com o substrato úmido — nunca em planta seca. A fase de crescimento ativo (primavera-verão) é o melhor momento. Reduza ou suspenda a adubação no inverno. Excesso de fertilizante queima as raízes — sempre use doses menores que as indicadas no rótulo.
